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 |
O Chelated Multiminerals, suplemento
vitamínico mineral, foi desenvolvido para ser utilizado como
base do tratamento de todas as condições fisiopatológicas em que
a nutrição celular se apresente em desequilíbrio ou deficiente.
Sua formulação é estabelecida a partir da utilização dos
Minerais Aminoácidos Quelatos Albion®, que lhe
garante maior absorção, ausência de efeitos colaterais, proteção
contra interação com outros componentes da dieta e, portanto,
maior efetividade.
Sua apresentação em comprimidos garante:
|
1. Maior adesão do paciente, pois concentra os
nutrientes, diferentemente de outras formas em que são
apresentados (como cápsulas ou pó);
2. Que todos os minerais da fórmula sejam Minerais Aminoácidos
Quelatos Albion®;
3.Que a continuidade da prescrição magistral individualizada,
podem ser realizadas separadamente de maneira a otimizar suas
funções em casos de demanda específica.
®
A importância dos Minerais Aminoácidos Quelatos
Os Minerais Aminoácidos Quelatos representam um novo conceito de
suplementação mineral.
Antes do aparecimento dos Minerais Aminoácidos Quelatos, os
compostos disponíveis eram, em sua maioria, subprodutos da
indústria química, tais como o sulfato ferroso, o cloreto de
cálcio, o sulfato de magnésio etc... Em contrapartida, os
Minerais Aminoácidos Quelatos foram desenvolvidos especialmente
para a nutrição. São orgânicos, seguros e bem tolerados, como os
minerais encontrados nos alimentos.
Sendo assim, uma enorme gama de aplicações antes impossível foi
estabelecida, como o tratamento de anemia sem efeitos
colaterais, em menor tempo e com menores doses, ou a
suplementação de magnésio por via oral sem diarréia ou outros
sintomas molestos.
A importância da Nutrição Mineral
Considerados nutrientes essenciais, os minerais participam da
maioria dos processos metabólicos:
- Crescimento e manutenção dos tecidos;
- Produção de energia e regulação dos processos
orgânicos.
Os minerais essenciais têm sua função fortemente relacionada com
o metabolismo das enzimas. Considera-se que 30% das reações
bioquímicas celulares têm a participação de um ou mais
minerais.
Fatores que
interferem na possibilidade de uma nutrição mineral adequada
A. Deficiência do
solo
Sabemos que há uma diminuição significativa de minerais nos
vegetais decorrente da exaustão do solo. Estudos demonstram que,
em um período de 4 anos, houve uma diminuição do conteúdo de
minerais no milho em uma mesma plantação nos EUA na ordem de
8-62%, dependendo do mineral (contribui para o quadro acima
descrito o uso de adubos que leva em conta apenas as
necessidades das plantas, não considerando as necessidades
humanas).
B. Refino de
alimentos
O refino de alimentos determina uma perda considerável de
nutrientes minerais, por exemplo:
- Arroz branco: perda de 75% do conteúdo de cromo e
zinco e 26 a 45% do conteúdo de manganês, cobalto e cobre;
- Açúcar refinado: são reduzidas as concentrações de
manganês, cobre, zinco e molibdênio;
- Farinha de trigo: pela importância que tem como alimento
básico em quase todos os países, estas perdas são importantes,
como ilustra a tabela ao lado.
C. Diminuição de
produção de ácido clorídrico
A produção de ácido clorídrico no estômago é decisiva na
preparação do alimento para absorção dos seus componentes
nutricionais. A partir dos 35 - 40 anos, há uma diminuição
natural de sua produção pelo organismo. Este fato determina um
prejuízo tanto na ativação de sistemas enzimáticos, como na
hidrólise de proteínas e na ionização dos complexos metálicos.
Este é um dos fatores determinantes do aumento da prevalência de
deficiência mineral nos indivíduos adultos acima dos 40 anos.
D. Seqüestro dos minerais por outros componentes da dieta
Nos alimentos há várias substâncias que, durante o processo
digestivo, reagem com os minerais, impedindo sua absorção. Estas
substâncias são chamadas de seqüestradoras. As mais comuns são:
- Fitatos: encontrados nos cereais e sementes;
- Fibras: encontradas nos cereais, leguminosas,
frutas, etc.;
- Ácido oxálico: encontrado nos vegetais, que
pode reduzir a absorção de cálcio e de outros minerais;
- Taninos: encontrados principalmente no café,
chá, chocolates, além de frutas e vegetais, que possuem alta
reatividade com ferro.
E. Competição entre os minerais pela absorção
Mesmo estando disponíveis para absorção, os minerais competem
entre si pelos sítios de absorção na membrana mucosa. A
competição entre o cálcio e o magnésio ou entre o zinco e o
cobre, entre outros, é por vezes determinante de deficiências
importantes. Por exemplo, pequenas quantidades de leite, da
ordem de 50 mL, inibem a absorção do ferro do sulfato ferroso em
até 90%.
F. Presença de minerais tóxicos no ambiente e na dieta
Minerais tóxicos, como chumbo, cádmio, alumínio e outros, tendem
não só a competir pelos sítios de absorção, mas também, depois
de absorvidos, tendem a ocupar os sítios metabólicos de enzimas,
comprometendo a função dos metais essenciais nestes sítios.
É conhecido, por exemplo, o efeito do cádmio e sua relação
agravante nas deficiências de zinco. O cádmio liga-se fortemente
com a enzima metalotioneína, que é dependente de zinco,
prejudicando desta forma sua ação como varredor de radicais
livres. Substitui também o zinco na molécula da enzima
superóxido dismutase, prejudicando sua função.
G. Perdas excessivas de minerais
As perdas excessivas de minerais ocorrem de várias maneiras,
como através do aumento da eliminação de líquidos orgânicos
(transpiração, diarréia ou mesmo sangramento) ou perdas
metabólicas importantes de magnésio e zinco, como ocorre no
stress.
O aumento do consumo metabólico é também um fator de
deficiência. Por exemplo: o consumo de cobre e zinco nos
processos inflamatórios, onde há uso desses minerais através da
enzima anti-oxidante superóxido dismutase.
Um fator adicional importante na deficiência são as perdas de
magnésio, zinco e potássio após o consumo de álcool. Estas
perdas são responsáveis tanto pelos efeitos a curto prazo, como
na “ressaca”, quanto pelos efeitos a longo prazo, como ocorre
nos alcoólatras crônicos.
H. Uso de medicamentos ou drogas que inibem a absorção de
minerais
Os mais comuns:
1. ANTIÁCIDOS: inibem a absorção dos minerais por
neutralizar o ácido clorídrico e também através de competição,
já que estes compostos são, em parte, à base de sais de magnésio
ou alumínio. Os antiácidos contendo carbonato de cálcio podem
reduzir a absorção do cromo; aqueles à base de hidróxido de
alumínio reduzem a absorção de cálcio, ferro e fósforo.
2. DIURÉTICOS E HIPOTENSORES: eliminam potássio e magnésio,
sendo que sua reposição nem sempre é valorizada, gerando
deficiências importantes.
3. LAXANTES: o aumento da motilidade intestinal e o aumento
da perda de líquidos incrementam a eliminação de minerais como o
potássio.
4. ANTICONCEPCIONAIS: diminuem os níveis séricos de ferro e
zinco.
5. TABACO: demonstrou-se que os fumantes possuem baixos
níveis de zinco. A suplementação deste mineral diminui o risco
de aterosclerose. Vários estudos mostram que os fumantes têm 50%
mais chance de desenvolver impotência sexual. Este fato pode
estar relacionado com a carência de zinco, que está diretamente
envolvido na síntese e liberação de hormônios gonadotróficos.
A Deficiência
Mineral na População
O quadro de prevalência de deficiências minerais é alarmante.
Estas deficiências se constituem nas doenças nutricionais mais
abrangentes em toda população mundial e servem de base para o
agravamento de um grande número de enfermidades. Temos como
exemplo o ferro, cuja deficiência atinge três quartos da
humanidade, gerando um contigente de anêmicos de mais de um
bilhão de pessoas.
Biodisponibilidade
É importante que o mineral seja não somente ingerido, mas também
absorvido em quantidades adequadas para que possa realizar suas
funções metabólicas.
Biodisponibilidade
é a quantidade de um mineral que é ingerida, absorvida,
transferida para seu sítio de ação e transformada na sua forma
fisiologicamente ativa.
A biodisponibilidade, a estrutura química e as doses a serem
administradas são fundamentais para a escolha de um suplemento
mineral.
Os Minerais
Aminoácidos Quelatos
Minerais Aminoácidos Quelatos são, por definição, formados
quando duas ou mais porções separadas e únicas de uma molécula
de aminoácido formam uma ligação coordenada covalente e iônica
com um íon metálico, formando uma estrutura anelar.
Absorção
Os Minerais Aminoácidos Quelatos são absorvidos no jejuno por um
mecanismo de transporte ativo, como dipeptídeos estáveis. O fato
de não serem hidrolisados no trato gastrointestinal determina
que não sofram, em sua absorção, as interferências comuns aos
sais. Isto determina que os minerais aminoácidos quelatos sejam
absorvidos em alta proporção.
O fato de estarem ligados a aminoácidos determina, ao contrário
do que ocorre com os sais minerais, que o índice de efeitos
colaterais seja zero em doses terapêuticas.
Vantagens dos
Minerais Aminoácidos Quelatos
- São compostos de alta absorção;
- São isentos de efeitos colaterais;
- Independem da quantidade de ácido clorídrico para sua
absorção;
- São resistentes às substâncias seqüestradoras da
dieta;
- Não competem entre si ou com os minerais da
alimentação pelos sítios de absorção;
- Não interagem com medicamentos.
As Vitaminas
As vitaminas são compostos orgânicos, essenciais e encontradas
em pequenas quantidades nos alimentos, com a finalidade de
manter o funcionamento normal do organismo.
As vitaminas, além de participarem dos processos metabólicos
indispensáveis na síntese e transformação de proteínas,
carboidratos e lipídeos, possuem um papel essencial na produção
de energia e na condução de impulsos nervosos. As vitaminas são
constituintes de diversos sistemas enzimáticos envolvidos no
transporte de oxigênio, síntese de hormônios, exercendo atuação
conjunta e sinérgica com os minerais.
As vitaminas contidas na formulação do Multiminerals Chelated®
estão em uma proporção adequada para suprir as necessidades
básicas e otimizar a absorção e aproveitamento dos minerais,
pois todos os nutrientes envolvidos são interdependentes e
funcionam de maneira sinérgica.
A seguir encontra-se um breve resumo sobre as funções dos
componentes da fórmula.
Lista resumida de componentes e funções:
CÁLCIO
Ingestão de cálcio
A deficiência de cálcio nos EUA é de 58%. Nenhum grupo
pesquisado de mulheres em qualquer faixa etária atinge o patamar
das Recommended Dietary Allowances (RDA), sendo que a média
diária de ingestão de cálcio é de 501 mg.
Enquanto a dose diária recomendada de cálcio para um adulto é de
aproximadamente 1000 mg, estima-se uma ingestão média de 743 mg
por dia nos EUA, sendo que entre as mulheres entre 35 e 50 anos
a ingestão de cálcio é em média 530 mg de cálcio por dia.
No Brasil, a ingestão de cálcio varia em média de 300 mg a 500
mg por dia, valores muito abaixo dos considerados ideais (em
torno de 1000 mg por dia para um adulto saudável). Desta
maneira, a suplementação com cálcio deve ser implementada nos
grupos de maior risco, como medida de saúde preventiva.
Durante a gravidez as necessidades diárias de cálcio são
acrescidas de 200 mg, sendo necessário um total de 1200 mg/d, o
que freqüentemente propicia quadros de deficiência importantes.
Enfermidades
relacionadas com deficiência de cálcio
- Osteoporose
- Câncer
- Aumento de Colesterol Ruim – LDL colesterol
- Doença Periodontal
- Hipertensão Arterial, incluindo Hipertensão
Gestacional
Funções
Bioquímicas do cálcio
- Formação e manutenção de ossos e dentes
- Coagulação sanguínea
- Regulação da pressão arterial
- Contração muscular
- Transmissão nervosa
- Síntese, liberação e ativação de enzimas
- Síntese e liberação de neurotransmissores
- Redução da absorção de alumínio e chumbo
- Permeabilidade da membrana
IDR – Ingestão Diária Recomendada (2005)
|
Nutriente |
IDR (mg) |
|
0 – 6 meses |
300 |
|
7 – 11 meses |
400 |
|
1 – 3 anos |
500 |
|
4 – 6 anos |
600 |
|
7 – 10 anos |
700 |
|
Adultos |
1000 |
|
Gestantes |
1200 |
|
Lactantes |
1000 |
Fontes
Leite, iogurte, tofu, sardinha, ostras, mexilhões, mariscos,
brócolis, folhas de mostarda.
Os suplementos
comuns de cálcio
Os suplementos de cálcio chamados de naturais (como o de ostras,
oyster shell, ou como a dolomita) são inadequados devido
a sua baixa absorção e por serem uma fonte de metais tóxicos
como o chumbo. O chumbo, como se sabe, afeta o desenvolvimento
do sistema nervoso e atua como gerador de radicais livres, sendo
muito difícil sua eliminação do organismo. O citrato de cálcio
pode incrementar a absorção de alumínio.
O carbonato de cálcio possui uma absorção muito baixa, é
insolúvel, e, estando iônico, interfere na absorção de outros
metais como, por exemplo, o ferro e o zinco.
CALCIUM CITRIMAL®
(20% Ca)
calcium citrate malate glycine
COMPOSIÇÃO
O Calcium Citrimal® é cálcio bis-glicina quelato
associado ao cálcio citrato malato na forma de quelato.
ABSORÇÃO
A absorção do Calcium Citrimal® é de
36%.
DiCalcium Malate®
(29% Ca)
COMPOSIÇÃO
O DiCalcium Malate® é composto por duas moléculas de
cálcio e uma de ácido málico, estando em processo de patente
como “Dimetalhidrox malato”. Pelo fato de ser um “Dimetal”, esse
composto oferece a maior concentração de cálcio entre os
malatos. Os DiMetais Malatos são exclusividade da Albion®,
conforme indica a patente. O ácido málico é um constituinte
habitual do organismo, sendo um dos elementos fundamentais do
Ciclo de Krebs.
MAGNÉSIO
Ingestão de magnésio
O consumo das doses diárias de magnésio recomendadas
pela RDA não são atingidas por 75% da população. Uma dieta média
supre somente 50% a 67% das necessidades diárias.
Em dietas brasileiras, o consumo desse mineral é baixo, variando
entre de 122 a 313 mg/dia.
A magnesemia não reflete o status real do magnésio no
organismo. Estudos sobre o magnésio em Cardiologia demonstram a
eficiência de sua administração, mesmo sem hipomagnesemia, na
prevenção e controle das doenças cardiovasculares.
Enfermidades
relacionadas com deficiência de magnésio
- Doenças cardiovasculares
- Hipertensão arterial
- Depressão
- Asma
- Fadiga crônica
- Stress
- Enxaqueca
- Síndrome Pré-Menstrual
- Cálculo Renal
Funções
Metabólicas e Bioquímicas do Magnésio
- Síntese e hidrólise do ATP
- Ativação e estabilização do DNA
- Estabilização dos ribossomos
- Ativação de mais de 300 enzimas
- Ativação da fosfatase alcalina, que está envolvido no
metabolismo do cálcio e do fósforo.
- Regulação da permeabilidade das membranas em conjunto
com o cálcio
- Sua concentração nos fluídos extra-celulares é
crítica para a integridade e funcionamento do sistema nervoso,
tanto na condução do estímulo nervoso, como na transmissão
através da junção mio-neural.
- Oxidação dos ácidos graxos
- Função imune
IDR – Ingestão Diária Recomendada (2005)
|
Nutriente |
IDR (mg) |
|
0 – 6 meses |
36 |
|
7 – 11 meses |
53 |
|
1 – 3 anos |
60 |
|
4 – 6 anos |
73 |
|
7 – 10 anos |
100 |
|
Adultos |
260 |
|
Gestantes |
220 |
|
Lactantes |
270 |
Fontes
Nozes, castanhas, sementes, cereais integrais, vegetais verdes,
leguminosas, frutos do mar e derivados de leite.
Suplementos comuns
no Magnésio
Suplementos comuns de magnésio como o óxido e o sulfato são
pobremente absorvidos. São também utilizados como laxantes.
Devido a este efeito colateral, é impeditivo o uso destes
suplementos, que determinam uma perda considerável de outros
nutrientes, incluindo o magnésio.
MAGNESIUM BUFFERED® (18% Mg)
magnesium
aminoacid chelate
COMPOSIÇÃO
O Magnesium Buffered® é composto por Magnesium
Chelazome® (bis glicina quelato) e buferizado
com óxido de magnésio. Suas moléculas têm o peso molecular
abaixo de 800 daltons, o que é fundamental para sua absorção
como um dipeptídeo intacto.
COBRE
Ingestão de cobre
Uma dieta média contém apenas 50 a 60% das necessidades mínimas
de cobre. Em um estudo de Klevay, de 1992, são apresentados os
seguintes dados: 35% das dietas contém menos cobre, sendo que a
grande maioria está abaixo de 1,5 mg, limite mínimo das doses
recomendadas como adequadas e seguras para adultos nos EUA.
A ingestão de cobre em dietas brasileiras pode ser considerada
limítrofe e não deve ser negligenciada.
Enfermidades
relacionadas com deficiência de cobre
- Artrite Reumatóide
- Anemia
- Doenças cardíacas
- Resistência diminuída às infecções
Funções
metabólicas e bioquímicas do cobre
- Participa da ativação da enzima, protegendo o
organismo dos efeitos provocados pelos radicais livres.
- Fundamental para o transporte de ferro através da sua
participação na ceruloplasmina
- Ligação cruzada do colágeno depende de cobre
através da lisil-oxidase
- Síntese da melanina
- Síntese de hormônios
- Resistência ao stress
IDR – Ingestão Diária Recomendada (2005)
|
Nutriente |
IDR (mcg) |
|
0 – 6 meses |
200 |
|
7 – 11 meses |
220 |
|
1 – 3 anos |
340 |
|
4 – 6 anos |
440 |
|
7 – 10 anos |
440 |
|
Adultos |
900 |
|
Gestantes |
1000 |
|
Lactantes |
1300 |
Fontes
Cereais integrais, frutos do mar, nozes, vísceras (fígado,
moela, rim, coração), folhas verdes, leguminosas, frutas.
Suplementos comuns
de cobre
Os suplementos à base de sais de cobre são pouco absorvidos.
Tem-se demonstrado que o cobre iônico, ao contrário do cobre
aminoácido quelato, pode ter ação pró-oxidante.
COPPER CHELAZOME® (10% Cu)
copper
bis-glycine chelate
COMPOSIÇÃO
O Copper Chelazome® é um composto de cobre ligado a 2
moléculas de glicina na forma de quelato.
ABSORÇÃO
A absorção do Copper Chelazome® é 4 vezes superior à
do sulfato e 6 vezes superior à do carbonato de cobre,
permitindo uma redução de dosagens, com maior efetividade
biológica.
ZINCO
Ingestão de zinco
Torna-se cada vez mais evidente que a deficiência de zinco é
maior nos casos onde a ingestão de proteína é insuficiente, como
na desnutrição, alcoolismo e na população idosa.
Em média, 40% dos americanos não consomem as quantidades mínimas
recomendadas de zinco.
Uma dieta de 2850 calorias possui 13,2 mg de zinco. Os idosos
consomem de 7 a 10 mg de zinco por dia, segundo dados do
National Research Council, o que os predispõe aos riscos de
carência crônica.
Quatro milhões de pessoas têm deficiência de zinco sub-aguda nos
EUA. Seu aparecimento se caracteriza por alteração e diminuição
de sensações gustativas e olfativas. Os grupos de risco de
deficiência de zinco são recém-nascidos e crianças em idade de
crescimento; mulheres grávidas e na fase de aleitamento.
A necessidade diária de zinco em crianças, adolescentes e
grávidas é alta e não parece ser suprida pelas dietas comuns.
Enfermidades
relacionadas com a deficiência de zinco
- Câncer
- AIDS
- Herpes simples
- Deficiências imunitárias
- Diabetes
- Retardo de Crescimento
- Oligospermia
- Diminuição do apetite
- Perda de peso
- Letargia mental
- Perda ou diminuição do olfato
- Perda ou diminuição da gustação
- Alopecia
- Cegueira noturna
- Alterações do metabolismo da vitamina A
- Hipertrofia de próstata
Funções
metabólicas e bioquímicas do zinco
- Participa da síntese de proteína através da RDA e DNA
polimerase
- Transporte e metabolismo da vitamina A
- Síntese e liberação de hormônios
- Participa de enzimas digestivas
- Metabolismo do álcool
IDR – Ingestão Diária Recomendada (2005)
|
Nutriente |
IDR (mg) |
|
0 – 6 meses |
2,8 |
|
7 – 11 meses |
4,1 |
|
1 – 3 anos |
4,1 |
|
4 – 6 anos |
5,1 |
|
7 – 10 anos |
5,6 |
|
Adultos |
7 |
|
Gestantes |
11 |
|
Lactantes |
9,5 |
Fontes
Carnes, peixes, frutos do mar, ostras, aves, vísceras, leite e
derivados, cereais de grãos integrais, nozes.
Suplementos comuns
de zinco
O suplemento de zinco mais comum é o sulfato de zinco. Os
sintomas colaterais mais importantes são os digestivos, como as
dores abdominais por gastrite aguda, diarréia, náuseas e
vômitos. Sendo o sulfato de zinco um forte irritante da mucosa
gástrica, era comum utilizá-lo para provocar o vômito.
Suplementos de zinco como o gluconato e o picolinato apresentam
melhor tolerância gástrica. Entretanto, seu aproveitamento
biológico é questionado, pois além de serem pouco absorvidos,
são pouco retidos. Seu efeito colateral mais importante é o
incremento da excreção, gerando balanços negativos do metal. A
forma de zinco menos absorvida é óxido.
ZINC CHELAZOME®
(20% Zn)
zinc bis-glycine chelate
COMPOSIÇÃO
O Zinc Chelazome® é composto por um átomo de zinco
quelado com duas moléculas de glicina, formando dois anéis
heterocíclicos.
ABSORÇÃO
A absorção do Zinc Chelazome® é considerado 2,5 vezes
maior que a do sulfato de zinco e 4 vezes maior que a do óxido
de zinco.
MANGANÊS
Ingestão de
manganês
Estima-se que mais de 50% da população americana não consome as
quantidades adequadas de manganês. A dieta média americana,
segundo um estudo do RDA, contém menos de 2,5 mg de manganês por
dia, o que é insuficiente para manter um balanço adequado deste
mineral. Este estudo mostra que a dieta média das mulheres não
provê as doses de manganês consideradas como sendo necessárias e
seguras. Em relação à dose mínima adequada, este déficit
de manganês foi de 20% para as adolescentes, 35% para as adultas
e 15% para as idosas.
Estudos realizados para a avaliação do padrão das dietas da
população brasileira apontaram para uma ingestão de manganês de
1,0 a 2,0 mg/dia.
Enfermidades
relacionadas com a deficiência de manganês
- Diabetes
- Processos inflamatórios crônicos
- Problemas na coluna vertebral
- Osteoporose
Funções
metabólicas e bioquímicas do manganês
- Síntese de colesterol
- Viabiliza a transformação da Vitamina B1
na sua forma fisiologicamente ativa
- Catalisa a síntese de componentes das cartilagens
- Participa de vários estágios do metabolismo da
glicose
- Catalisa várias fases da síntese do tecido ósseo e
cartilaginoso
- Participa das reações contra os radicais livres, pois
a enzima envolvida no processo é dependente de manganês
A presença de manganês na tireóide é relacionada positivamente
com a síntese e liberação dos hormônios T3 e T4.
IDR –Ingestão Diária Recomendada (2005)
|
Nutriente |
IDR (mg) |
|
0 – 6 meses |
0,003 |
|
7 – 11 meses |
0,6 |
|
1 – 3 anos |
1,2 |
|
4 – 6 anos |
1,5 |
|
7 – 10 anos |
1,5 |
|
Adultos |
2,3 |
|
Gestantes |
2,0 |
|
Lactantes |
2,6 |
Fontes
Chás, folhas verdes, uva passa, leguminosas, espinafre, cereais,
grãos integrais, abacaxi, nozes e castanhas.
Suplementos comuns
de manganês
Tanto o suplemento de manganês a base de sais como o dos
alimentos é mal absolvido, chegando ao máximo de 3% de absorção.
MANGANESE
CHELAZOME® (16% Mn)
manganese bis-glicine chelate
COMPOSIÇÃO
É composto de manganês ligado a duas moléculas de glicina,
formando um quelato com dois anéis heterocíclicos.
ABSORÇÃO
O Manganese Chelazome® é absorvido em maior
proporção, cerca de 300% mais que o sulfato de manganês. Sua
retenção é 61% maior e sua concentração nos tecidos é 82% maior
que quando na forma de cloreto.
CROMO
Ingestão de cromo
O cromo, em dietas médias, não atinge o mínimo de 50 mg/d,
segundo as RDA dos EUA. Observações em um grupo de homens e
mulheres demonstraram uma média de ingestão diária entre 33+3
e 25+1 mg abaixo das quantias mínimas para a manutenção
de um balanço saudável.
Ao se determinar a ingestão média de cromo por 1000 calorias
obtém-se uma dosagem de 9-15 mg. Isso determina a necessidade de
dietas com 3500 a 5000 calorias para atingir uma ingestão diária
de cromo adequada.
O cromo corporal diminui com idade.
Enfermidades
relacionadas com a deficiência de cromo
- Diabetes
- Hipoglicemia
- Doenças cardíacas
- Arteriosclerose
Funções
metabólicas e bioquímicas do cromo
- Regulação da glicemia
- Aumento dos receptores de insulina na membrana
plasmática
- Redução dos níveis do colesterol ruim (LDL)
- Aumento dos níveis do colesterol bom (HDL)
- Otimização do metabolismo lipídico
IDR – Ingestão Diária Recomendada (2005)
|
Nutriente |
IDR (mcg) |
|
0 – 6 meses |
0,2 |
|
7 – 11 meses |
5,5 |
|
1 – 3 anos |
11 |
|
4 – 6 anos |
15 |
|
7 – 10 anos |
15 |
|
Adultos |
35 |
|
Gestantes |
30 |
|
Lactantes |
45 |
Fontes
Levedura de cerveja, grãos integrais, cereais integrais, batata,
etc.
Os suplementos
comuns de cromo
Os suplementos comuns de cromo possuem baixa absorção e são
muito controversos quanto à sua função e aos seus potenciais
efeitos tóxicos. O picolinato de cromo foi recentemente apontado
sendo potencializador cancerígeno. Além disso, após a sua
administração, uma parte significativa do cromo absorvido é
excretado pela urina.
Em outro estudo duplo-cego com 59 estudantes (37 homens e 22
mulheres) demonstrou-se que o único parâmetro onde houve
diferenças entre o placebo e o grupo que recebeu picolinato de
cromo foi o de mulheres que tiveram um ganho de peso no grupo
picolinato. O suplemento de cromo picolinato não apresenta
vantagens significativas sobre outros compostos.
Quando submetido às condições do trato gastrointestinal, o cromo
é extremamente instável; grande parte do que foi ingerido,
transforma-se em cromo livre, que é pouco absorvido.
CHROMIUM CHELAVITE® (2,5% Cr)
chromium
dinicotinate glycine chelate
Foram demonstrados por Walter Mertz em 1993 dois critérios para
a absorção e utilização efetiva de um composto de cromo: que
seja ligado ao ácido nicotínico e que seja quelado em
aminoácidos. O único composto comercialmente disponível que
atende a estes critérios é o Chromium Chelavite®.
COMPOSIÇÃO
O Chromium Chelavite® é composto por cromo ligado ao
ácido nicotínico e quelado a glicina, reproduzindo a estrutura
teórica do cromo GTF (glicose tolerance factor).
ABSORÇÃO
É absorvido na proporção de 57% contra 37% do cromo picolinato.
O Cromo Chelative® não apresenta perda acentuada pela
urina, como ocorre com o cromo picolinato e não tem efeitos
tóxicos.
SELÊNIO
Ingestão de
selênio
Exceto em algumas regiões do mundo, como a província de Keshan
na China e na Nova Zelândia, a maioria das dietas apresentam
quantidades de selênio que seriam suficientes para manter os
níveis do selênio orgânico. No entanto, muitas regiões do mundo,
pelas condições variáveis do solo, determinam estados marginais
de deficiência, sobretudo considerando-se o stress oxidativo
a que os indivíduos estão submetidos.
Doenças
relacionadas com deficiência de selênio
- Câncer
- Doenças degenerativas
- Deficiências imunológicas
- Artrite Reumatóide
- Doenças cardíacas
- Aterosclerose
Funções
metabólicas e bioquímicas do selênio
- Ação anti-oxidante através de sua participação na
enzima da glutationa peroxidase
- Aumento da efetividade da vitamina E
- Proteção da pele contra os raios ultravioleta
- Ligação com metais tóxicos como o cádmio, mercúrio,
chumbo e outros metais tornando-os biologicamente inativos
- Auxílio na conversão dos hormônios da tireóide na sua
forma metabolicamente ativa
- Participa da função e produção normal dos
espermatozóides, quando está em concentrações adequadas
IDR – Ingestão Diária Recomendada (2005)
|
Nutriente |
IDR (mcg) |
|
0 – 6 meses |
6 |
|
7 – 11 meses |
10 |
|
1 – 3 anos |
17 |
|
4 – 6 anos |
21 |
|
7 – 10 anos |
21 |
|
Adultos |
34 |
|
Gestantes |
30 |
|
Lactantes |
35 |
Fontes
Grãos – como trigo integral, arroz integral -, castanha do Pará,
cogumelos, frango, carne vermelha, vísceras, peixes e ovos.
Vegetarianos que não comem ovos têm uma necessidade aumentada de
selênio. O conteúdo de selênio nos alimentos é dependente do
selênio do solo e água, que pode variar em seu conteúdo em até
200 vezes.
Suplementos comuns
de selênio
Os suplementos comuns de selênio são o selenato de sódio, o
selênio metálico e o selênio metionina. As formas inorgânicas de
selênio são mal absorvidas e são potencialmente tóxicas. O
selênio de levedura enriquecida é considerado cancerígeno e
potencializador de substâncias cancerígenas por excesso de
selênio inorgânico.
O selênio metionina é um composto mais seguro, embora seu custo
seja freqüentemente proibitivo. Deve-se levar em conta que, se o
composto não estiver estabilizado, sofrerá hidrólise durante a
digestão e se comportará como selênio inorgânico.
SELENIUM COMPLEX
ALBION® (1% Se)
selenium aminoacid complex
COMPOSIÇÃO
O Selenium Complex Albion® é um composto de selênio e
uma molécula de glicina formando um complexo estável.
MOLIBDÊNIO
Ingestão de
molibdênio
A ingestão geral de molibdênio nos EUA está entre 45 a 500
mg/dia. Não foram detectados casos de deficiência em seres
humanos.
Enfermidades
relacionadas com o molibdênio
- Câncer
- Alergias alimentares
- Cáries dentárias
Funções
metabólicas e bioquímicas do molibdênio
- Detoxificação de compostos
- Participação em enzimas envolvidas no catabolismo de
aminoácidos sulfurados e compostos heterocíclicos, como purinas
e pirimidinas
- Conversão do íon ferroso em férrico através de uma
enzima, passo importante para o transporte do ferro
IDR – Ingestão Diária Recomendada (2005)
|
Nutriente |
IDR (mcg) |
|
0 – 6 meses |
2 |
|
7 – 11 meses |
3 |
|
1 – 3 anos |
17 |
|
4 – 6 anos |
22 |
|
7 – 10 anos |
22 |
|
Adultos |
45 |
|
Gestantes |
50 |
|
Lactantes |
50 |
Fontes
As melhores fontes de molibdênio são: leite e derivados,
vísceras, grãos, cereais integrais, leguminosas, folhosos verde
escuros, castanhas. Os mais pobres são as verduras, açúcar,
óleos e peixes.
Molybdenum
Complex® (2,5% Mo)
COMPOSIÇÃO
É composto por molibdênio quelado em proteína hidrolisada de
soja. As suas moléculas são padronizadas com um peso molecular
menor que 800 daltons, o que é fundamental para absorção como
dipeptídeo intacto. Os aminoácidos envolvidos são variados com a
composição da proteína de soja.
IODO
Ingestão de iodo
Cerca de 1,5 bilhão de pessoas encontram-se em situação de risco
nutricional relacionado ao iodo. Apesar dos esforços de vários
países, o quadro descrito tem-se alterado muito pouco, uma vez
que a persistência da carência desse mineral é considerada um
dos grandes problemas de saúde pública relacionados à nutrição
humana.
Em 1990, durante 43ª Conferência Mundial de Saúde em Genebra,
foi aprovada uma resolução pela qual a Organização Mundial da
Saúde assumiu o compromisso em diminuir as desordens associadas
a deficiência de iodo em todos os países do mundo até o ano de
2000. No entanto, este objetivo ainda não foi cumprido.
Enfermidades
relacionadas com a deficiência de iodo
- Bócio endêmico
- Hipertiroidismo
- Cretinismo
- Deficiências relacionadas ao desenvolvimento e
crescimento no período fetal, em recém - nascidos e em crianças
Funções
metabólicas e bioquímicas do iodo
- Controle dos processos metabólicos do organismo (como
produção de energia)
- Componente da estrutura química dos hormônios da
tireóide (T3 e T4)
- Estimulo para síntese protéica em tecidos musculares
e hepáticos
- Auxilio na conversão de caroteno à sua forma ativa
(Vitamina A)
IDR – Ingestão Diária Recomendada (2005)
|
Nutriente |
IDR (mcg) |
|
0 – 6 meses |
90 |
|
7 – 11 meses |
135 |
|
1 – 3 anos |
75 |
|
4 – 6 anos |
110 |
|
7 – 10 anos |
100 |
|
Adultos |
130 |
|
Gestantes |
200 |
|
Lactantes |
200 |
Fontes
Crustáceos (camarão, lagostas e ostras), peixes de água salgada
(sardinhas), algas marinhas, sal iodado, leite, ovos, carnes,
cereais e alimentos cultivados em solo rico em iodo.
COMPOSIÇÃO
O composto de iodo utilizado é o Kelp Iodine, derivado de algas
marinhas. Pesquisas mostram que o iodo bioativo do Kelp pode ser
liberado rapidamente, onde ocorre um processo dinâmico entre sua
liberação e sua absorção.
SUMÁRIO
O compromisso da Albion Advanced Nutrition na área nutricional é
demonstrado pela sua participação conjunta com as principais
Universidades e Instituições particulares em inúmeras pesquisas.
Os Minerais Aminoácidos Quelatos Albion® estão sendo
estudados em indivíduos normais, hipertensos, diabéticos,
anêmicos, gestantes e em patologias inflamatórias do intestino.
Os resultados destas e de outras pesquisas estão disponíveis e
podem ser usados para estudo e também como base para sua
utilização em fórmulas, manipulação e prescrição.
Além da completa linha de minerais altamente bio-utilizáveis, a
Albion® pode oferecer assistência no desenvolvimento de
pesquisas e novos produtos.
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