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A vida orgânica
– vegetais e animais, depende de compostos inorgânicos do
reino mineral para suportar sua existência.
Dentre outras
funções, os minerais são elementos naturais que fazem parte
dos tecidos e fluídos humano. Nutricionalmente existem os
macrominerais (cálcio, magnésio, etc) e os microminerais (ferro
zinco, etc) cada um atua de maneira benéfica à saúde.
Os minerais
atuam na transmissão nervosa, na contração muscular, na
produção hormonal e sangüínea, e na síntese de energia
celular e função imune. Eles são excretados diariamente, e
necessitam ser repostos através da dieta ou de suplementação.
Assim como
outros nutrientes, a natureza fornece os minerais através de
diversos alimentos, geralmente na forma absorvível e, ás
vezes, em equilíbrio com outros nutrientes. Por exemplo,
produtos lácteos são uma fonte rica de cálcio, mas também
oferece uma importante quantidade de fósforo e magnésio
necessária para manter o balanço ideal dos três nutrientes.
Os vegetais servem como a melhor fonte dietética de muitos
minerais, principalmente os microminerais, pois retiram os
nutrientes do solo; entretanto, a erosão e técnicas
agroquímicas esgotaram o mineral natural contido nos
vegetais, levando o consumidor procurar minerais
biodisponíveis em suplementos ou alimentos fortificados.
Biodisponibilidade: é um conceito importante em nutrição
mineral. Minerais inorgânicos (carbonatos, sulfatos, etc)
não são utilizados com eficácia pelo organismo pois
necessitam ser convertidos em uma forma absorvível e depois
ligados a proteínas carreadoras para auxiliar o transporte.
Distúrbios gástricos relacionado a idade diminuem a secreção
ácida e outros fatores de saúde podem também influenciar a
habilidades corpórea de absorção de sais minerais
inorgânicos. Minerais quelatos presentes na natureza, como o
ferro e o zinco encontrados na carne, demonstraram ser
absorvidos eficientemente e com segurança. Evidências
demonstraram que esses quelatos naturais não interferem na
absorção entre si e nem por fatores inibitórios da dieta.
A fonte mineral
ideal, tanto para a fortificação de alimentos como para
suplementos, devem apresentar-se na forma de quelato. Os
minerais quelatos são formados por um íon metal unido por
ligações coordenada covalente no grupo amino e coordenada
covalente e/ou iônicas no grupo carboxila, formando um anel
heterocíclico com pelo menos um ligante não metálico,
geralmente um aminoácido. Albion Advanced Nutrition
A Albion
Advanced Nutrition é a maior fornecedora de minerais
aminoácidos quelato, produzidos através de processos
patenteados que fornecem minerais quelato com estruturas
idênticas ao dos quelatos encontrados na natureza. Esses
minerais aminoácidos quelatos nutricionalmente funcionais
possuem as vantagens de absorção dos quelatos naturais
presentes nos alimentos.
Harvey H. Ashmed, Ph. D, foi o fundador da Albion em 1965,
que desde então recebeu mais de 75 patentes nos Estados
Unidos e no mundo. Inicialmente, o foco da Albion era
farmácia veterinária, mas rapidamente expandiu para nutrição
animal. H. De Wayne Ashmed, Ph. D, filho de Harvey e
presidente sucessor da Albion, levou a companhia a
experimentar os quelatos a fim de aumentar a absorção dos
minerais nas rações animal. Pesquisadores descobriram que a
quelação aumenta a absorção mineral e a performance animal.
Durante a década
de 60, a Albion expandiu seu trabalho dentro da nutrição
animal e em 1970, começou a divisão de nutrição humana. O
trabalho da Albion no campo da quelação aumentou o interesse
de consumidores, o que atraiu empresas a venderem seus
próprios “quelatos”. Essas moléculas geralmente não passavam
de sais minerais misturados com pó de proteína e vendidos a
empresas desconhecidas ou consumidores.
O FDA (Food and
Drug administration) apreendeu produtos de diversas empresas
que vendiam esses ingredientes, alegando não apresentarem
nenhum suporte científico de segurança ou toxicidade dos
produtos. A Albion acionou a justiça federal para forçar o
FDA a examinar as pesquisas dessas empresas com seus
aminoácidos quelatos patenteados. Após a revisão, a FDA e a
Albion assinaram um decreto reconhecendo os quelatos da
Albion como seguro e efetivo.
Entretanto, o
mercado continuava confuso sobre os quelatos fazendo a
Albion entender a necessidade de uma definição oficial do
termo que assegurasse o campo de atuação e a integridade do
produto efetivo aos consumidores. Max Motyca, diretor da
Albion Nutrição Humana, trabalhou junto a National
Nutritional Foods Association
( NNFA) que passou a seguinte definição oficial dos quelatos
em 1956.
“Metal aminoácido quelato é o produto resultante da reação
de um ion metálico proveniente de um sal solúvel com
aminoácidos na proporção molar de um mol de metal para um a
três ( preferencialmente dois) moles de aminoácidos, para
formar ligações coordenadas covalentes. O peso molecular do
quelato resultante não pode exceder 800 daltons. O conteúdo
mínimo de metal deve ser declarado exemplo, cobre aminoácido
quelato”.
Mesmo com uma
definição oficial, ainda há no mercado os “falsos quelatos”
Entretanto, não houve, procedimentos validados como efetivo
ou padrão para provar que as ligações químicas foram
formadas. A Albion está em processo de criar uma biblioteca
de padrões FT – IR qualificando os picos lineares dos
aminoácidos e dos quelatos e dos testes de procedimentos a
qual foram submetidos para AOAC para publicação.
A legislação
canadense agora requer provas de quelação assim como
quantificação de mineral quelado, regulações similares vem
sendo proposta pelo Centro de Segurança Alimentar e Nutrição
Aplicada do FDA (CFSAN) como parte do teste de identificação
dos ingredientes nos Estados Unidos.
Empresas que
vendem quelato devem comprovar quantitativamente e
qualitativamente quanto do material é quelado.
Há muitas questões que podem ser feitas a esses fornecedores
para determinar quanto do material é quelato. Por exemplo,
você tem alguma pesquisa que comprove que seu ingrediente é
mais absorvido do que um sal inorgânico? Quais são seus
padrões de segurança e toxicidade? Quais pesquisas você tem
sobre efetividade nessa proposta fisiológica específica?
Produzindo Quelatos com Qualidade
Quelação é um processo de tempo intensivo e a Albion possui
muitas patentes que asseguram esse processo. A mais recente
(US patente nº 6.518.240) foi obtida em fevereiro de 2003,
pela “Composições e métodos de preparo dos aminoácidos
quelatos e complexos”. Para que ocorra a quelação, o mineral
necessita ser ionizado e colocado em solução com um agente
quelante. Isso pode levar de 2 a 18 horas para que ocorram
as ligações químicas entre o cátion e o ligante. As soluções
são devidamente aquecidas ou resfriadas, com agitação
continua para assegurar que os componentes não precipitem a
solução antes que a quelação ocorra. O pH é monitorado
atenciosamente, desde que a idéia é assegurar que o quelato
não será hidrolizado no ambiente ácido do estômago mas sim
redirecionado ao pH alcalino do intestino e então para a
mucosa do jejuno.
Os quelatos
devem ser eletricamente neutro. Há cargas positivas e
negativas na membrana de cada célula intestinal, se um
quelato não for neutro, será repelido ou ligado a membrana,
sendo sua absorção prejudicada. Para alcançar um estado
elétrico neutro, o quelato deve ser complexado a um ânion
facilmente ionizável, como um halogeno ou um grupo sulfato e
o ligante deve satisfazer tanto o estado oxidativo, quanto o
número coordenado do átomo metal. Isso afeta a proporção
molar ligante metal.
Ao sintetizar
quelatos, os cientistas também devem monitorar o peso
molecular, que esta relacionado diretamente com a
biodisponibilidade. Para determinar o peso molecular total
de um quelato, é necessário ter o peso atômico de todos os
átomos da ligação mais o peso atômico do metal que está
sendo quelato. Como descreve a definição do NNFA, o peso
molecular não pode exceder 800 daltons, quase 100 daltons
maior do que o mais pesado dos minerais aminoácidos quelatos
(molibdênio, o maior mineral nutricionalmente essencial com
95,94 daltons mais três moléculas de triptofano, 204,22 por
molécula). Enquanto que os aminoácidos individuais
apresentam peso molecular conhecido, o peso molecular de uma
proteína hidrolizada ou seus aminoácidos podem variar de
1,000 a 100.000 daltons ou mais.
O organismo é
designado a absorver melhor aminoácidos e pequenos peptídeos,
do que proteínas. As empresas podem usar enzimas químicas ou
hidrolíticas para quebrar proteínas ou utilizar aminoácidos
pré formados, ambos são escolhas relativamente caras. Os
gastos envolvidos podem explicar o uso de proteínas
hidrolizadas ao invés de aminoácidos pré-formados,
entretanto, eles podem não formar quelatos e se formarem, é
muito difícil provar se que o processo de quelação ocorreu.
Em cada cadeia de peptídeo também apresenta absorção
limitada. Estruturas de dipeptídeo ou tripeptídeo podem
resistir a hidrólise do ácido gástrico e a clivagem das
enzimas intestinais. Elas são levadas por transporte ativo
nos sítios de absorção do jejuno. Pense nesses sítios como
buracos de uma rede. Esses buracos são apenas grande o
suficiente para permitir a passagem de um pequeno peptídeo
para ser usado pelo organismo. Grandes cadeias de peptídeos
são quebradas na acidez do estômago na tentativa de preparar
as moléculas para absorção intestinal. Este processo destrói
qualquer ligação existente, liberando sais inorgânicos que
não são bem absorvidos.
A quelação pode
ocorrer entre os minerias e muitos tipos de compostos;
entretanto, ao utilizar ligantes facilmente metabolizados,
como os aminoácidos, tem se 100% da densidade do nutriente.
Isto significa que todos os quelatos tanto o metal como o
ligante são biologicamente utilizados.
Alguns agentes
quelantes como o EDTA ou o ácido picolinico não são
biologicamente utilizados. Quando o organismo separa o
ligante do metal, ele é deixado como uma partícula estranha
não metabolizável ( o ligante) deve ser eliminado para não
causar danos biológicos.
Estudos clínicos
com minerais quelatos Albion demonstraram sua segurança e
eficácia para um grande número de condições de saúde. A
Albion apresenta descobertas científicas sobre os minerais e
saúde humana através de publicações chamadas Research Notes.
A anemia por
deficiência de ferro vem sendo uma das áreas de pesquisa de
maior foco, comprovando a eficácia do Ferrochel® (ferro bis
glicina quelado). Pesquisadores de São Paulo, Brasil,
estudaram 71 gestantes que tomaram 15 mg/d de Ferrochel® e
74 gestantes que tomaram 40 mg/d de sulfato ferroso. Após 13
semanas, apenas 30,8% das gestantes que tomaram Ferrochel®
apresentaram depleção de ferro comparado a 54,5% do grupo
que tomou sulfato ferroso. Os pesquisadores concluíram que a
suplementação diária com Ferrochel® foi significativamente
mais efetiva em fornecer ferro às gestantes, mesmo com baixa
dosagem comparado a suplementação com sulfato ferroso (arquivos
latino americanos de Nutrição 51, 1:42-47,2001).
As mulheres não
são as únicas a se beneficiarem da suplementação com
minerais aminoácidos quelados. Por exemplo, vários estudos,
demonstraram como o zinco, selênio e magnésio, são minerais
importantes para a saúde da próstata. O zinco e o magnésio
também exercem efeitos na regulação dos hormônios andrógenos.
Um estudo realizado na Weber State university com o Zinco
Chelazome® e Zinco Arginina Quelato®, demonstrou que o Zinco
Arginina Quelato® apresenta maior penetração nas gônadas
masculinas comparado ao Zinco Chelazome® e os achados
engrandecem claramente os benefícios da adição da arginina
ao suplemento de zinco no tratamento da próstata.
A Diabetes é uma
séria condição que afeta ambos os sexos e está atingindo
níveis alarmantes nos Estados Unidos. O nível de muitos
minerais, especialmente zinco, cromo e manganês, são
deficientes nos diabéticos. Esses minerais estão
relacionados à resistência a insulina e são necessários na
resposta ao stress oxidativo do organismo. Os Estudos da
Albion® têm demonstrado a biodisponibilidade superior de
cada mineral aminoácido quelato, bem como a menor toxicidade
quando comparado as formas minerais inorgânicas. Isto é
muito importante para determinar o limiar de doses seguras e
doses tóxicas de microminerais como o cromo. Os minerias
Chelazome® da Albion são muito bem tolerados, não apresentam
efeitos colaterais como diarréia associada a ingestão de
sais de magnésio ou náuseas e gastrites que podem ocorrer
com a suplementação com sais de zinco.
Escolhendo Qualidade
A Albion constrói sua reputação ao oferecer uma
suplementação segura e efetiva com compostos cietificamente
comprovados. Isso promove pesquisas internas e contratadas
por universidades no mundo todo para desenvolver novos
conceitos em tecnologia mineral.
Em 2000, é
finalizado o trabalho na planta de produção modelo em Ogden,
Utah, em área diferente dos escritórios e ao departamento de
pesquisa e desenvolvimento (R& D) em Clearfield. A linha
Humana é certificada Kosher (KOF – K), produzida por Spray
Drying NIRO 120-38, com capacidade de 1,400 a 1.800 pounds
de produtos por hora e um aparelho de secagem Blaw Knox 750,
que roda 300 a 500 pounds por hora. A quelação ocorre em 4
tanques isolados de reação com capacidade total de 6000
galões.
A equipe de
pesquisa e desenvolvimento que inclue 3 químicos, 1
toxicologista e 1 nutricionista, supervisiona o
desenvolvimento de produtos. Esse desenvolvimento é
auxiliado por farmacêuticos, médicos, profissionais da saúde,
pessoal disponível a promover testes e pesquisas especiais.
Os produtos seguem através de procedimentos complexos,
incluindo softwares de modelo molecular para predições
químicas, síntese de micro escala ultra pura de laboratório,
micro produção laboratorial, produção piloto para imitar
escala comercial e finalmente 500 kg piloto para facilitar a
produção. Em cada passo do procedimento de produção, são
realizadas análises intensivas e checadas para garantir a
integridade do produto. Simultaneamente são feitos estudos
de segurança, toxicidade e biodisponibilidade.
A Albion está
sempre desenvolvendo testes padrões para novos compostos,
quantificando picos lineares para os aminoácidos quelatos.
Os produtos patenteados são estruturalmente e quimicamente
únicos, e fornece dados sólidos e eficazes para comprovar a
existência das ligações de quelação. Os estudos são
realizados pelo departamento de pesquisa e desenvolvimento e
quantificados pela divisão de controle de qualidade (QC). A
Albion têm certificados de análises e especificações do
produto para orientar a equipe do controle de qualidade.O
controle de qualidade e o laboratório de pesquisa são
compostos por equipamento de alta qualidade, incluindo
espectrofotometria, cromatografia gel de baixa pressão. A
Albion é expert no campo de minerais aminoácidos quelatos,
com patentes, marcas registradas e estudos publicados em
revistas científicas e continue a ajustar-se para atender as
necessidades das empresas que procuram a qualidade e
eficácia dos aminoácidos quelatos.
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