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Um
dos mais importantes passos na melhoria da qualidade
dos produtos alimentícios nos últimos 40 anos, é
representada pela fortificação de alimentos.
Fortificação de alimentos significa a adição
complementar de nutrientes ao conteúdo do produto. A
fortificação de alimentos tem sido utilizada há
muitos anos em vários países: Estados Unidos,
Inglaterra, Alemanha, Canadá, Honduras, Holanda,
Dinamarca, Nicarágua, Bélgica, Espanha, Guatemala,
Chile, Suíça, Suécia, El Salvador, Japão, Costa
Rica, entre outros

Diferenciação dos Produtos Fortificados
Paralelamente aos aspectos nutricionais, muitas
empresas têm encontrado na fortificação de alimentos
uma condição importante na diferenciação de seus
produtos junto aos consumidores.
A
atenção a públicos alvo específicos tais como
crianças, adolescentes, idosos, esportistas e outros
leva à adequação de um produto, antes de natureza
geral, às necessidades nutricionais especificas
destes grupos e a correção do balanço nutricional do
alimento para atender a estas necessidades.
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Por exemplo,
o leite de vaca tem sido utilizado como
alimento, às vezes único, para crianças
menores de 2 anos. No entanto, embora as
necessidades de ferro das crianças nesta
faixa etária sejam altas, o leite de
vaca é uma má fonte de ferro, levando
grupos inteiros de crianças a quadros de
deficiência de ferro e anemia ferropriva.
O
conhecimento deste fato levou grandes
empresas como a Parmalat, Batavo,
Danone e Nestlé
a fortificar seus produtos voltados para
crianças com o Ferro Aminoácido Quelato
Albion. |
Do
ponto de vista mercadológico, recentemente foi
constatado em pesquisas de opinião nos EUA que a
satisfação destas necessidades e a inclusão destas
alterações no rótulo dos produtos:
Públicos Diferenciados
Nesse aspecto podemos
categorizar o consumidor das seguinte maneira:
- crianças pré
escolares
- escolares
- mulheres
adultas
- homens
- adolescentes
- gestantes
- idosos
Dentro de cada uma dessas faixas encontramos apelos
diferenciados por produtos fortificados tais como:
esportistas, indivíduos
estressados, prevenção da osteoporose, crescimento,
energia etc.

Necessidades Nutricionais do Público Alvo
Cada grupo específico pode apresentar diferentes
deficiências nutricionais que podem ser evitadas com
os alimentos fortificados.
Entre
as mais importantes estão as de cálcio, ferro, zinco
e magnésio.
Deficiências Estimadas:
- Cálcio: 60% da
população
- Ferro: 54% da
população (chegando a 80% em crianças até 4 anos)
- Zinco: 40%
população
- Magnésio: 75% da
população
Isto acontece por
várias razões, entre elas as mais importantes são:
1. Baixos teores
de minerais essenciais
em alimentos básicos, tais como o leite que é pobre
em ferro, como as farinhas refinadas que são pobres
em minerais etc.
2. Baixa absorção dos minerais da
dieta por interações entre nutrientes presentes nos
alimentos ou por competição entre minerais
essenciais, ou tóxicos, a nível do intestino.
Conseqüências:
- Cálcio
Deficiência de crescimento, fragilidade dos
ossos, susceptibilidade as cáries dentárias,
osteoporose
- Ferro
Anemia, déficit de aprendizagem, diminuição da
capacidade de trabalho e déficit irreversível de
quociente de inteligência em crianças até 4
anos.
- Zinco
Deficiência de crescimento,
deficiência de imunidade, stress, déficit de
memória.
- Magnésio
Baixa produção de energia, fadiga crônica,
fadiga prematura em exercícios físicos, stress,
tensão pré menstrual.
Condições Básicas para Fortificação de Alimentos
1.
Manutenção das
características organolépticas do alimento
fortificado nos seus aspectos: cor, odor, sabor e
shelf-lífe .
2.
Não alteração na rotina
de produção seja por aumento do numero de
equipamentos ou por aumento de procedimentos na
produção.
3.
Compatibilidade entre o
custo do fortificante com o custo final do produto.

Na
verdade muitos dos compostos minerais disponíveis no
mercado não só deixam de atender a estes critérios
mas, ao mesmo tempo, inviabilizam a fortificação de
determinados produtos. Como exemplo, podemos citar a
impossibilidade de fortificação de margarina com
ferro com os compostos convencionais, assim como o
de leite liquido ou de açúcar.
Talvez, mais importante ainda, é o fato dos
compostos minerais inorgânicos não cumprirem a
promessa básica de qualquer ação de fortificação de
alimentos junto a um determinado público: eles não
são absorvidos pelo organismo!!!
Meros
sub produtos da industria quimica, os compostos
inorganicos tem baixa biodisponibilidade sendo em
sua quase totalidade excretados pelo organismo o que
os torna tão somente uma peça de Marketing.
Para
superar todas estas dificuldades foram desenvolvidos,
há 40 anos, os Minerais Aminoácidos Quelatos
pela Albion Laboratories, Inc., detentora
hoje de mais de 50 patentes de fabricação, controle
e de biocompatibilidade com alimentos.
A Linha
de Minerais Aminoácidos Quelatos Taste Free®
Por definição, Quelatos (do grego chel=garra) são
formados quando duas ou mais porções separadas e
únicas de uma molécula ligante (aminoácido ou outra)
formam uma ligação coordenada covalente e outra
iônica com o mesmo átomo de metal. Os Minerais
Aminoácidos Quelatos são comuns na natureza. Por
exemplo: o ferro na molécula de hemoglobina, o
magnésio na clorofila ou o cobalto na molécula de
Vitamina B12 são quelatos de minerais em
aminoácidos.
A partir desse modelo a Albion desenvolveu os
seguintes produtos para fortificação de alimentos:
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